segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Vamos treinar - The Treadmill Body
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Sinais de inveja dos corredores
Fonte: http://www.theclymb.com/
Por mais ingênuo que pareça algumas pessoas sempre encontram um motivo fútil para invejar alguém. Se o corredor possui uma forma invejável de correr, se possui uma roupa mais fresca (ou apenas a pessoa acredita que seja), atitudes melhores, horários de treinamento mais estruturados, ou sapatos chamativos. A inveja pode ser visto como um sentimento positivo - algo a se esforçar para se alcançar, ou pode ter um valor negativo - se comparar aos outros pode resultar em auto-imagem negativa ou trazer decepção e mais insegurança. Prefiro pensar nisso como um sentimento que pode nos levar ao crescimento quando bem trabalhado; como eu não conheço um único corredor - nem aqueles no topo da lista - que não tenha experimentado a inveja de um corredor em suas múltiplas formas. Se você não tem certeza de onde você pode se encaixar nas várias formas de sentir inveja alheia, aqui são algumas maneiras de saber se está experimentando inveja de um outro corredor.
Aparência
Compra os mesmos tênis, bermudas, sutiãs esportivos, headband, etc. A pessoa realmente acredita, em algum grau - admitindo ou não - que pode ajudá-lo a tornar-se mais rapidamente como o outro corredor, se a sua aparência for semelhante ou igual.
Barulhento
Uma nova definição de beleza
Você vê uma foto de uma modelo magra e alta e pensa: "Legal!". Mas quando vê uma mulher transpirando em um top de ginástica, shorts de corrida, você pensa: "Nossa, essa mulher é muito bonita".
Inveja dos quilômetros.
Você normalmente pergunta a rodagem semanal ou diária de outros corredores - para que possa ter certeza que irá correr, pelo menos, o mesmo tempo ou possivelmente mais. Você também pergunta as rotinas de treinos, adicionando uns quilômetros a mais na sua rotina para que, em algum grau, se sinta melhor que aqueles que você conversou.
Fingindo
Você se inscreve para uma corrida longa que ainda não tem capacidade de completar apenas porque o seu amigo irá correr, ou porque quer estrear a sua nova roupa de ginástica.
Comparando você mesmo com os profissionais.
Você assiste as corridas na TV e, honestamente pensa: "Com muito treino eu posso fazer isso." E, normalmente, você nunca o fará.
Fingindo suporte para um amigo
Um amigo faz um tempo melhor na corrida e, você sorri e o parabeniza mas o que realmente está pensando é: "Agora, eu preciso treinar mais para melhor o meu tempo e ser melhor".
A inveja é um sentimento humano que todos nós experimentamos uma vez ou outra, querendo ou não, simplesmente porque não somos perfeitos. Entretanto quando esses sentimentos surgirem devemos admitir para nós mesmo que ele apareceu e usá-lo para o nosso próprio bem-estar, como por exemplo, treinar mais ou trabalhar para perceber que esse sentimento não fará bem para nós mesmos se entrarmos nessa competição velada e sem sentido e, muito menos para nossos amigos próximos.
A ideia é fazer o melhor que podemos e evitar prejudicar os outros. Não tentar ser o melhor corredor do mundo e, sim, o melhor corredor que podemos ser, levando-se em conta toda nossa trajetória de vida.
A ideia é fazer o melhor que podemos e evitar prejudicar os outros. Não tentar ser o melhor corredor do mundo e, sim, o melhor corredor que podemos ser, levando-se em conta toda nossa trajetória de vida.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Respire Melhor: Técnincas para melhorar a respiração durante a corrida
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Técnicas para melhorar o fôlego no treino de corrida
Fonte: http://www.minhavida.com.br
Cuidados com respiração e ritmo garantem melhor desempenho
POR Letícia Gonçalves
Pernas fortes e coração saudável fazem a diferença na hora de correr, mas há outro fator importante que não pode ser deixado de lado: a força dos pulmões. Se a capacidade respiratória for limitada, o cansaço aparece mais cedo e a distância percorrida certamente será menor. "Apesar de a respiração ser automática, é preciso ter mais atenção quando ela fica ofegante, pois os músculos demandam mais esforço", conta o educador físico e triatleta Paulo Pestana, do Rio de Janeiro. Ele e o técnico de atletismo Carlos Ventura contam que é possível melhorar o fôlego e aprimorar o desempenho da corrida. Confira os passos a seguir.
Corra regularmente
A regularidade do exercício faz com que o corpo se acostume aos poucos com o esforço e consiga progredir. "Pessoas que não costumam praticar atividade física têm menos fôlego porque a sua atividade aeróbia é fraca e, por conta disso, a capacidade física é menor", explica o técnico de atletismo Carlos Ventura, autor de livros de corrida, como Manual do Corredor (Ícone Editora). Por isso, procure estabelecer uma programação com horários certos.
Reduza a velocidade
Pode ser que você esteja correndo em um ritmo mais rápido do que o seu corpo é capaz - aí não há fôlego que aguente. Carlos Ventura conta que o ritmo ideal do treino deve ser com frequências cardíacas baixas, de modo que todas as funções do organismo entrem em equilíbrio enquanto ele corre. "A capacidade respiratória pode ser melhorada com corridas longas e lentas porque promove uma hipertrofia cardíaca adequada", conta o técnico de atletismo.
Intercale com caminhada
Treinar em séries de corrida e caminhada intercaladas permite uma maior percepção do esforço físico e um tempo para recuperar o fôlego. "Isso ajuda a adaptar o condicionamento físico e o desempenho para uma corrida contínua", explica o consultor esportivo Paulo Pestana. Aos poucos, é possível aumentar o tempo da corrida e diminuir o de caminhada. Um profissional de atividade física poderá ajudá-lo a acompanhar essa evolução de acordo com o seu preparo físico.
Respire corretamente
Quanto mais ofegante você fica, mais a respiração deixa de ser automática. É preciso controlar o movimento de entrada e saída do ar para que não fique acelerado demais durante a corrida. "Costumo aconselhar os alunos com dificuldade de fôlego a fazer a respiração marcada por passos, ou seja, a cada três passos inspirando, faça os mesmos três passos expirando, até que isso seja feito naturalmente", indica o educador físico Paulo Pestana. Também pode fazer diferença evitar respirar somente com a boca, que pode aumentar a sensação de cansaço.
Faça outros exercícios
Se a impressão é de que a corrida não é suficiente para melhorar o seu fôlego, que tal aliar o treino a outros exercícios que também melhoram a capacidade respiratória? Praticamente todos contribuem: natação, treinamento em circuito, vôlei, futebol, tênis, ciclismo, entre outros.
Uma técnica que merece destaque é a yoga. Paulo Pestana indica um movimento bem simples dessa prática que potencializa o movimento da respiração e ativa toda a musculatura envolvida (diafragma e intercostais): focando o abdômen e o diafragma e sem mexer os ombros, inspire com o peito (abrindo as costelas) e expire todo o ar, até encolher a barriga. Faça esse exercício repetidas vezes e lentamente, quando estiver em repouso.
Comece devagar e acelere aos poucos
Por mais que você esteja acostumado a correr em uma velocidade mais rápida, é preciso sempre aquecer o corpo a cada início de treino. O técnico de atletismo Carlos Ventura ainda recomenda alongar e iniciar a corrida em um ritmo devagar. "Para pessoas que estão saindo do sedentarismo, também é preciso começar caminhando e só depois passar para trotes leves, dando preferência a terrenos planos e macios", afirma.
Cuide dos pulmões
O cigarro é um dos maiores inimigo do fôlego. "O hábito de fumar diminui a capacidade respiratória porque prejudica a função dos alvéolos pulmonares de absorverem oxigênio", explica o consultor esportivo Paulo Pestana. Respirar exclusivamente pela boca, deixar o nariz constantemente entupido e não tratar alergias respiratórias também são hábitos que podem dificultar o pleno trabalho dos pulmões.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Bom pra cachorro
Fonte: www.runnersworld.abril.com.br
Você costuma levar seu cão aos treinos? Veja o que considerar para que vocês dois aproveitem a corrida sem riscos
Por Yara Achôa | Fotos Renato Pizzutto
Há quem não abra mão de companhia em sua corrida diária — e muitas vezes ela tem quatro patas. Correr com o cachorro deixa o treino mais divertido e diferente e cumpre a saudável função de fazer o bichinho gastar energias.
Mas é preciso tomar algumas providências antes de sair trotando por aí com seu cão. Nenhum cachorro ganha pique de maratonista de um dia para o outro. Assim como os humanos, o animal também precisa de condicionamento e treinamento para que o exercício seja eficiente e prazeroso. Sem isso, ele vai se cansar rápido e acabar atrapalhando o treino do dono.
Teoricamente, todos os cachorros podem correr com o dono, mas algumas raças estariam geneticamente mais preparadas. “Há corredores natos, como os galgos. Whippets e border collies também se adaptam bem”, diz a médica-veterinária Silvia Parisi, do portal na internet Web Animal. Em contrapartida, outros, como bulldogs e pugs, não aguentam exercícios prolongados. “Esses cães com nariz achatado, chamados braquicefálicos, têm de fazer muito esforço para respirar durante a corrida, o que pode levar até a uma parada respiratória”, afirma a médica-veterinária Regina Motta, da clínica Homeo Patas, de São Paulo.
Se o cãozinho tem menos de 6 meses de idade, é idoso ou está muito acima do peso, a corrida também é contraindicada. A quantidade de pelos também influi. Aqueles cachorros com pelagem abundante vão sentir muito mais o treino que os de pelos curtos. “É necessário ter bom senso e não querer que o animal se submeta a um tipo de treinamento que está fora de sua capacidade”, fala Silvia Parisi. Até porque, segundo as especialistas, para agradar ao dono o bichinho é capaz de ir muito além do que aguentaria normalmente.
Saúde para os dois
O treinamento inicial do animal é muito parecido com o do ser humano: começa com caminhadas diárias, aumentando tempo, distância e ritmo de maneira gradativa. “O importante é que seja uma prática agradável para o cachorro, do contrário não faz sentido submetê-lo a algo que só é prazeroso para o dono”, diz Silvia Parisi.
É importante também saber que, por sua constituição, os cães aquecem muito mais rápido que nós. Daí ofegam para diminuir a temperatura corpórea. Assim, o início e o fim do dia são horários mais frescos e indicados para as corridinhas na companhia de seu bicho de estimação. “O animal ainda deve beber água e até isotônico durante o percurso, em pequenas quantidades”, diz a veterinária Regina Motta. E todo exagero — seja em ritmo, tempo ou intensidade — também poderá causar lesões musculares e articulares em seu amigão, principalmente na região dos membros.
O melhor lugar para levar seu cachorro para correr sempre será o parque, pela interação com a natureza e pela segurança. Outra coisa importante a se observar é como conduzir o animal durante a corrida. Deixar o cachorro correndo solto é arriscado, por mais treinado que ele seja. Uma fêmea no cio, um gato, outro cão que lata para ele, tudo pode fazer com que se desvie do caminho e provoque acidentes e inconvenientes. Fora que muitas pessoas se incomodam com a presença de um cachorro solto, mesmo se você jurar de pés juntos que “ele é mansinho, não vai fazer nada”. A pessoa terá razão em reclamar com você, gerando um constrangimento desnecessário. “Por lei, em locais públicos o cachorro deve ser levado com coleira e guia”, diz a veterinária Regina Motta.
Para o cão acompanhar seu ritmo, procure levá-lo sempre do seu lado esquerdo. Não deixe que ele o arraste, pois a má postura poderá afetar a coluna do dono. E nada daquelas guias compridas, que podem afastá-lo demais de você e ainda se enroscar pelo caminho, complicando sua corrida. “Já um cão agressivo não deve correr, pois é necessário o uso de focinheira e isso é contraindicado para animais que correm. O cão não poderá abrir a boca e ofegar, e sua temperatura corpórea chegará a níveis perigosos”, diz Silvia Parisi.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
10 lesões que podemos evitar
Fonte: http://www.aminhacorrida.com
Nem todas as lesões podem ser atribuídas ao acaso. Algumas delas podem ser evitas e/ou minimizadas. Por exemplo, atletas mais descuidados com os seus tênis (parte fundamental do seu equipamento) são aqueles que, quase sempre, mais se lamentam pelo aparecimento de lesões. Regra geral, atribuem o seu aparecimento à tal má sorte, mas a realidade é que, em cada treino, se estão expondo permanentemente a isso mesmo.
2 - Comprimento desigual das pernas - É muito raro as nossas pernas serem absolutamente iguais, ou melhor terem o mesmo comprimento e cerca de 50% dos corredores têm lesões originadas por esse facto. As diferenças são apenas de alguns milímetros mas, como tivemos ocasião de dizer no ponto anterior, as milhares de passadas começam a fatigar mais um determinado local do que outro e, depois, ai estão as micro lesões, cujas consequências são por vezes bem graves. Atingido por elas, o corredor, normalmente, não pensa que a causa pode estar num ou noutro milímetro de diferença entre as suas pernas esquerda e direita. Limita-se a usar esta ou aquela pomada, a dor desaparece para voltar pouco depois, sem que o interessado saiba muito bem como.
Muitas vezes o corredor sofre uma lesão sem se dar conta do motivo que levou a sofrer determinado dano. Geralmente ela começa com uma leve dor e depois cresce até se tornar uma dor insuportável, sendo assim, impossível treinar.
Nem todas as lesões podem ser atribuídas ao acaso. Algumas delas podem ser evitas e/ou minimizadas. Por exemplo, atletas mais descuidados com os seus tênis (parte fundamental do seu equipamento) são aqueles que, quase sempre, mais se lamentam pelo aparecimento de lesões. Regra geral, atribuem o seu aparecimento à tal má sorte, mas a realidade é que, em cada treino, se estão expondo permanentemente a isso mesmo.
1- Pé Fraco - Verificou- se que normalmente os nossos pés tocam no solo à razão de 1.000 batimentos durante um período de 7 a 10 minutos de corrida, consoante a amplitude de passada e o andamento de treino. Estes números podem parecer exagerados, principalmente se pensarmos que durante, por exemplo, uma semana qualquer especialista mediano cobrirá facilmente um total de 5 a 7 horas de corrida, ou seja, qualquer coisa como 30.000 a 42.000 batimentos no solo! Se nos lembrarmos que a força normal do impacto em cada apoio se situa ao redor de três vezes o peso do atleta, o total de forças em jogo será verdadeiramente enorme, inimaginável mesmo.
Com estes dados é fácil começarmos a compreender a razão de a maioria das lesões se situar no conjunto ósseo-muscular da zona do pé. Ao mesmo tempo, muitos serão levados a pensar como têm tido «sorte» em nunca se lesionarem em tal zona. Com efeito, o atleta deve ter o conjunto articular do pé verdadeiramente musculado e preparado para os esforços a que se propõe. Caso contrário, mais cedo ou mais tarde, vêm as lesões. Isto, para não falarmos no cuidado a ter com o tipo de sapatos que se utiliza e com os terrenos em que se corre! Portanto, amigo, aqui fica o aviso: o fortalecimento da região focada será meio caminho para aquela “boa sorte” sempre desejável.
Recorre-se a dizer mal da pomada aplicada, muda-se para uma outra mas a causa do mal fica intocável e muitas vezes desconhecida. Uma consulta a um bom especialista costuma ser a única solução, como o é, também a aplicação de pequenas palmilhas para "equilibrarem" as pernas.
3 - Fraca Flexibilidade - Músculos tensos e rígidos estão mais sujeitos a lesões do que outros bem exercitados ao nível da flexibilidade. Este é um problema sempre esquecido pelos corredores desejosos de fazerem «mais uns minutinhos» de corrida, desprezando quase sempre alguns importantes exercícios adequados. Nunca se esqueça deles antes da sua corrida e comece sempre em descontração e lentamente.
4 – Desequilíbrio Muscular - Se observarmos os corredores que treinam, por exemplo, só em terrenos acidentados, facilmente concluiremos que os seus músculos inferiores se encontram desenvolvidos. O inverso também é verdade, principalmente para aqueles que só «giram» em torno de uma pista. Estes dados demonstram que certos grupos musculares ficam mais desenvolvidos do que outros e quando, por qualquer motivo, se muda de terreno, tais grupos, em regra pouco solicitados no treino, acusam o esforço e lesionam- -se. Sob o ponto de vista científico, este problema é demonstrado pelas variações do esforço entre os músculos antagonistas (em descontração) e os agonistas (solicitados para o esforço).
Assim, ao correr, enquanto uns músculos «descansam» outros estão em atividade, numa sucessão que, ao fim e ao cabo, permite o melhor rendimento. Na prática, o atleta deverá preocupar-se em variar os tipos de terreno e respectivas percentagens de inclinação de forma a possibilitar um perfeita e desejável musculação natural. Paralelamente, é importante, também, um reforço gradual dos músculos abdominais e quadricípedes, por exemplo.
5 - Stress e Tensão - As lesões surgem normalmente nos períodos difíceis do corredor, não só, por exemplo, por se andar a treinar em excesso, mas, também, por outros problemas de tensão do seu dia-a-dia. Um atleta tenso suporta menos esforço, irrita-se mais facilmente. é mais vulnerável à doença. A corrida do seu treino e não procure ultrapassar-se pondo em risco o seu organismo e aquele prazer que certamente deve sentir em cada passada. Sintomas de insônia, fadiga geral e fácil irritação são sinônimos de excesso de treino sempre possíveis de evitar.
6 – Excesso de Treino - Se tem pouca base de quilômetros, um aumento súbito dos mesmos é a certeza de lesão. O organismo do ser Humano é uma excelente máquina bem preparada para tudo mas que deve ser exercitada gradualmente de forma a possibilitar um equilíbrio dos diferentes esforços. Se é certo que a maioria dos novatos procura absorver cada pormenor da corrida tendo em vista a progressão rápida, não nos podemos esquecer que quanto mais rápida for a progressão mais perigos existem de lesões. Tenha calma, viva cada nova etapa aquele conselho que também lhe deram, mas nunca procure «mostrar-se» como a «grande vedeta» só porque pratica a corrida há mais tempo. Quanto melhor for o ambiente em que treina, melhores são as possibilidades de assimilação do esforço e o consequente fortalecimento moral e físico.
7 - Hábitos impróprios de treino - Súbitas mudanças de intensidade, duração e frequência dos seus treinos devem ser evitados. Da mesma forma, mudanças do tipo de piso (de mole para duro, por exemplo) e métodos podem ter graves repercussões. Procure, pouco a pouco, encontrar o método de preparação que mais garantias de rendimento lhe possibilite, assim como uma certa segurança na progressão da atividade. Se o seu colega, às terças-feiras, tem por esquema «subir a montanha mais próxima », isto não significa que você, de um dia para o outro, também o vá fazer. Cuidado, a progressão é um excelente «remédio» para afugentar as lesões.
8 - Fatores ambientais - Tenha um grupo de corrida optimista, que encare a preparação como algo de descontração e bem-estar e nunca como aquela alavanca que vai possibilitar vencer tudo e todos, incluindo o grupo do bairro rival. O meio ambiente é fundamental para a forma de encontrar o seu equilíbrio e adapta-se ao esforço exigido. Para os colegas novos tenha sempre aquela palavra amiga,deve aparecer sempre como uma excelente forma de descontração e nunca como uma carga para prejudicar o bem-estar de cada um. Procure correr descontraído e de preferência em grupo. Um bom ambiente de treino, em que cada um «brinca» com o colega, é um excelente método para a descontração e bem-estar do corredor. Corredor que se encontre só no seu treino habitual está mais sujeito a abandonar a atividade e a irritar-se com pequenos nadas.
9 – Descuidos nos de repouso - Ao mínimo sinal de lesão tenha calma. Mais vale «perder» um treino do que estar meses e meses em inatividade. Da mesma forma, quando recomeçar os treinos depois de qualquer lesão, procure respeitar as normas aconselhadas pelo seu médico. Uma lesão mal curada é algo que fica sempre para a vida desportiva do atleta e as suas mais graves consequências só se vêm a repercutir alguns anos mais tarde. Nos períodos mais fracos da sua saúde procure diminuir também a preparação. Lembre- se que o corpo não é uma- máquina indiferente a avarias.
10 - Falta de apoio - Ainda existem vários especialistas que recomendam o repouso como o melhor remédio para cura dos males. Enfim, hoje está provado que o movimento, desde que respeitando as suas consequências, é algo bem mais importante do que se imaginaria há algumas dezenas de anos atrás. Procure apoio técnico junto de pessoas competentes e que tenham de facto sentido os mesmos problemas dos corredores. Técnicos há que nunca «giraram» uns quilômetros e aproveitando «a onda» surgem como profetas da sua zona. Julgue os métodos de preparação tendo em atenção os seus prós e contras e nunca porque este ou aquele campeão o utiliza. O que é bom para um dado corredor pode ter pouca utilidade para um outro.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
5 dicas para manter o ânimo de correr
Fonte: www.blog.mundocorrida.com.br
Sabemos que o final de ano está chegando e junto com ele o stress do ano inteiro.
Muitas vezes esse cansaço aparece até nas tarefas que mais gostamos.
A mesmice pode fazer com que muitos corredores fiquem desanimados e desistam de praticar este esporte. Para evitar isso, listamos cinco importantes pontos para que sua corrida não vire uma rotina mecânica.
Listamos aqui 5 dicas para que a sua corrida não se transforme em um rotina entediante:
1 – Mude o cenário
Fazer todos os dias o mesmo trajeto, com o passar dos meses, acaba ficando igual a correr na esteira: sempre a mesma paisagem. Tente mudar o seu percurso um pouco. Se você corre 10km por treino, um dia vá para esquerda, no outro, para a direita, vá para um parque e, no dia seguinte, a outro. Tente não repetir o mesmo percurso dois dias seguidos.
2 – Corra acompanhado
É bem difícil conversar durante a corrida, porque falar muito pode atrapalhar na respiração e interferir na performance. Porém, correr acompanhado faz toda a diferença. Dá mais motivação, mais segurança e você sente que não está sozinho em seu objetivo. Convide amigos, familiares, entre em assessorias.
3 – Redefina seus objetivos
Tenha sempre em mente um objetivo e, quando conquistá-lo, coloque outro na sua cabeça e não desista dele até que o alcance. Se você quer correr uma prova de 5km e conseguiu, passe para 10km e assim por diante. Isso te impulsiona a sempre correr em busca de sua meta.
4 – Vá correr!
Participe de provas e eventos de corrida. Não é para competir, mas sim, para comparar os seus resultados com seus amigos e acompanhar a sua evolução de prova em prova. Além disso, as provas servem para você saber o momento certo de aumentar os desafios e partir para competições de maior distância.
5 – Acima de tudo, mantenha o foco
Quando amarrar os cadarços, deixe o mundo para trás. Muitas pessoas deixam de correr por falta de tempo, para poderem chegar mais cedo no trabalho e fazer o serviço que está atrasado, por estar com problemas em casa… Esqueça tudo isso! A corrida não é apenas um esporte, é um momento de reflexão. Mantenha a cabeça limpa e vá correr, sem preocupações com o que acontecerá no restante do dia.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Eu respeito os atletas!
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Campanha de Natal
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