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terça-feira, 25 de março de 2014

Tendinopatia dos tendões do pé e tornozelo

Fonte: http://globoesporte.globo.com

A tendinopatia é uma lesão de sobrecarga ou por esforço repetitivo, que afeta um ou mais tendões, gerando muita dor, inflamação e até deformidades ósseas quando crônicas. Os tendões são estruturas anatômicas que unem os músculos aos ossos, dando movimento aos mesmos. Portanto, em todo corpo, onde há tendão, pode haver tendinite. No pé e tornozelo não é diferente.





Dor no tornozelo é comum em pessoas que treinam pesado (Foto: Getty Images)

Esse é um problema comum entre pessoas que treinam duro, com sobrecarga dos esforços ou são atletas que aumentam a intensidade ou mudaram o treinamento. Os sintomas incluem dor ao mobilizar o pé e tornozelo, principalmente ao longo do curso do tendão. Pode haver formigamento, pontada ou fisgada devido à inflamação do nervo que o rodeia.

A tendinopatia pode ser descrita como um espectro de diagnósticos, envolvendo lesões nessas estruturas anatômicas, como: tendinite, peritendinite e tendinose. O termo tendinite, por exemplo, é usado para processos inflamatórios agudos envolvendo a bainha tendínea (membrana que envolve o tendão), enquanto que tendinopatia é o termo mais adequado para descrever quadros de dor crônica nos tendões, acompanhada dos sinais e sintomas já descritos anteriormente.


CAUSAS

A tendinopatia é causada por "overuse" (sobrecarga) e é mais provável de ocorrer quando o modo, a intensidade ou a duração da atividade física mudam ou intensificam de alguma forma diferente da habitual.

Inicialmente, há irritação do revestimento externo do tendão. Isso é chamado peri ou paratendinite. Em seguida pode acontecer a sua degeneração, tornando-o mais espesso. O tendão fica mais fraco e perde a sua força (tendinose), o que pode levar a uma ruptura completa ou parcial.

É importante considerar e tratar as causas extrínsecas e intrínsecas da lesão nos tendões. Os fatores extrínsecos incluem o uso excessivo do tendão, erros frequentes de treinamento, tabagismo, abuso de medicação e uso de sapatos ou outros equipamentos não adequados para a atividade específica. Fatores intrínsecos são: flexibilidade e resistência do tendão, idade do paciente, alterações anatômicas e suprimento vascular.

COMO EVITAR

Tipos anormais de pé (como o pé plano e cavo) e alterações no ciclo de marcha aumentam o risco de gerar uma tendinopatia. Apenas uma pisada errada, encurtamentos e outras pequenas alterações que já desequilibram a musculatura podem gerar o processo degenerativo, por isso, para evitar a lesão, é necessário adquirir um tênis adequado, não exagerar nos treinamenos, fazer uma avaliação ortopédica para ver a pisada e analisar se existe alguma irregularidade na mecânica.

Também é importante ter um período de recuperação para satisfazer as exigências crescentes sobre os tecidos; quando o descanso é inadequado, ocorre a não recuperação celular e, consequentemente, a inflamação. Portanto, a inflamação do tendão é uma reação secundária.

TRATAMENTO


O tratamento deve sempre começar com medidas conservadoras, incluindo a proteção, repouso relativo, gelo, compressão e elevação, medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINE) e analgésicos estão indicados na fase aguda e modalidades de exercício de reabilitação (PRICEMM) .

O paciente deve ser encorajado a reduzir o seu nível de atividade física para diminuir o esforço repetitivo sobre o tendão. Os exercícios de reabilitação envolvem um programa de alongamento e fortalecimento e devem ser iniciados precocemente. Nos casos graves, há um período de imobilização para acalmar a dor e a inflamação ocasionadas pela lesão antes do início da terapia.

Outras modalidades de fisioterapia incluem ultrassons, a iontoforese (carga elétrica para dirigir a medicação para dentro dos tecidos) e fonoforese (utilização de ultrassons para melhorar a entrega de drogas aplicadas topicamente), mas há pouca evidência da sua eficácia no tratamento.

sábado, 22 de março de 2014

Chocolate para a resistência e saúde do corredor

Fonte: Chocolate para a resistência e saúde do corredor

Pesquisa mostra que chocolate amargo pode melhorar a função da célula endotelial, que reveste o interior dos vasos sanguíneos


Matt Cardy/Getty Images

Chocolate é também excelente antidepressivo

Todo mundo já sabia que o leite achocolatado é uma bebida excelente para depois do treino, quando você precisa de líquido, carboidratos e proteínas. Mas o chocolate em si, ao menos o da variedade escura e amarga, com maior teor de cacau, chegando a mais de 80% de pureza, pode melhorar a função da célula endotelial, que reveste o interior dos vasos sanguíneos e compõe assim suas paredes.

Isso é um grande negócio porque significa, em outras palavras, que você tem artérias flexíveis que podem ser resistentes aos depósitos de colesterol. Este primeiro novo estudo do ano sobre o chocolate, publicado no Journal of Physiology mostrou que pelo menos entre os ratos o ingrediente ativo do chocolate gera maior capacidade de resistência nas células.

Mais sobre o chocolate

O chocolate é seguramente um dos alimentos mais deliciosos e, por sua vez, mais questionados. A opção com grande teor de cacau oferece múltiplos benefícios para o corredor, além de possuir propriedades revitalizantes.

O chocolate é um alimento especialmente doce e tentador, que devemos comer com cuidado já que ele contém grande quantidade de gordura. Para as pessoas que estão fazendo dieta de restrição alimentar para emagrecer ele está terminantemente proibido, porém, como este não é o caso da maioria dos corredores , nos aconselhamos que de vez em quando você aprecie as maravilhas do cacau. Por que? Por tudo isso, além do sabor.

domingo, 9 de março de 2014

A hidratação

Fonte: http://www.kalenji-running.com

A água é o componente mais importante de nosso organismo, representando cerca de 60% do corpo; de onde a importância de compensar as perdas durante e depois da corrida. Você sabia disso? Um corredor perde cerca de 0,5 à 1 litro de água por hora para uma caminhada, em uma velocidade lenta, e mais de 1,5 à 2,5 litros de água por dia para uma corrida em velocidade elevada. A hidratação é uma prioridade para qualquer corredor, antes, durante e depois! A desidratação será o pior inimigo do desempenho da corrida, reduzindo sua velocidade de deslocamento, e será a causa de dores musculares e nos tendões.

Você sabia ?

Uma desidratação imperceptível de 1% do peso do corpo, eliminado em água, diminui os desempenho musculares e físicos em 10%.

Durante o treino ou a competição de running, uma boa hidratação é indispensável para evitar o surgimento de lesões, tendinites, cãibras, fadiga, hipertermia, distúrbios digestivos, diminuição do desempenho.

A água é indispensável depois de qualquer esforço do corredor.


1 – Eu tomo boa quantidade de água por dia
O adulto perde cerca de 2,5 litros de água por dia. O objetivo será então de compensar suas perdas, no intuito de equilibrar o aporte hídrico. Normalmente, as três refeições diárias trazem um litro de água, o meio litro restante será obtido ao tomar água.

Por ocasião de suas saídas de corrida, essas necessidades deverão ser aumentadas, em caso de temperatura ambiente elevada e uma atmosfera seca, sobretudo durante a atividade física.

2 – Durante a corrida, nunca espere sentir sede para beber
A sensação de sede não é um bom indicador do estado de hidratação corporal, pois ela aparece tardiamente. Ela se manifestará quando o esportista já estiver em estado de desidratação de pelo menos 1% do peso corporal. É preciso então trazer mais água do que a quantidade reclamada pelo organismo.

Você sabia?: Uma perda de 2% do peso corporal em água pode diminuir o desempenho esportivo de 20%!!!

3 – Me hidrato o suficiente

No intuito de manter uma temperatura corporal próxima da normal, o organismo utiliza um sistema de resfriamento eficiente: a transpiração. Em média, as perdas associadas à transpiração estão entre 0,5 a 1 litro/ hora e podem chegar a até 3 litros e até mais nos praticantes de jogging treinados. De onde a importância de compensar a água perdida pelo suor, para evitar o risco de desidratação.

4 – Me hidrato regularmente

É preciso beber antes, durante e depois da atividade.

Antes da corrida, é preciso antecipar as perdas em água que ocorrerão durante o esforço,
Durante a corrida, é preciso compensar as perdas em água, devido à transpiração

Depois da corrida, é preciso continuar a hidratação, para compensar as perdas inevitavelmente ocorridas e evitar um déficit em água que pode ser a origem das dores musculares.

Para assegurar uma boa hidratação, durante suas saídas de running, é preciso tomar água a cada 10/ 15 minutos, cerca de 100 a 150 ml (1 a 2 goles). Não tome água muito fria, para não correr o risco de gerar problemas gástricos, a bebida deve estar fresca, mas não gelada. A temperatura deve situar-se nos arredores de 15°C.


5 – Reconheço os sinais de uma desidratação

Os primeiros sinais de uma desidratação são principalmente:

- Sensação de sede,

- Elevação da frequência cardíaca,

- Diminuição da tensão arterial,

- Queda de desempenho.

Uma desidratação moderada será ressentida por fadiga e um cansaço.

Uma desidratação severa será ressentida por uma sensação elevada de sede durante o esforço, pernas pesadas, falta de fôlego, dores musculares e dos tendões, entorses (…).

Uma desidratação severa acarreta uma alteração do estado geral, podendo necessitar de aconselhamento médico urgente.

Assim que um desses sinais aparecer, já é muito tarde para reagir, pois a capacidade de absorção do estômago é insuficiente para suprir rapidamente uma desidratação.

Não esqueça de hidratar-se regularmente!

terça-feira, 4 de março de 2014

Fratura por estresse do calcâneo

Fonte: www.globoesporte.globo.com

As lesões nos pés dos atletas são muito mais comuns do que se pode imaginar. Mas, na maioria dos casos, elas surgem quando os esportistas não seguem as orientações básicas passadas pelos especialistas. Um dos problemas mais encontrados é a fratura por estresse no calcâneo. Nesse caso, o corredor é obrigado a dar um tempo na atividade física. Ela pode ocorrer como resultado de quedas, impactos na corrida, esportes de salto, lesões, torção ou através de um processo patológico, como a osteoporose.

O calcâneo é o osso que forma o calcanhar e o maior e mais volumoso do pé. Em atletas de corrida, a lesão mais comum no calcâneo é a fratura por estresse. Ela é diagnosticada, geralmente, em praticantes mais pesados e que não utilizam um bom tênis com amortecimento ou que não tenham uma boa biomecânica da corrida, ou seja, que aterrissam com o calcâneo ao solo, jogando todo o peso dele e diminuindo assim a velocidade de sua corrida, além de aumentar o impacto sobre a região.


COMO EVITAR

- Usar tênis adequado ao tipo de pisada;
- Preocupar-se com o sobrepeso;
- Não treinar além do necessário;
- Alongar os músculos das panturrilhas e tendões calcâneos sempre após treinos e provas.

TRATAMENTO

O atleta para de treinar e começa a fazer fisioterapia. O médico orienta o uso do "robofoot" e o fisioterapeuta utiliza laser, ultra-som e correntes para analgesia. O tratamento evolui de acordo com o quadro sintomático do atleta. Tem que fortalecer a musculatura da perna, alongar e fazer o retorno gradativo ao esporte através dos exercícios de propriocepção e do gesto esportivo.

Para manter o condicionamento do atleta, orienta-se praticar esportes sem impacto – musculação para membros superiores, sem restrições, e para membros inferiores, com restrições, desde que não seja utilizada articulação do pé. A corrida na água, também chamada de "deepp running" é sempre bem-vinda.

Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor será o tratamento e menor será a progressão da lesão. A prevenção consiste em não sobrecarregar a região do calcâneo com alto impacto. É possível perceber que essa sobrecarga está acontecendo quando o pé faz muito ruído ao tocar o solo. O treino dos músculos responsáveis por absorver o impacto do corpo com o solo pode ajudar (por exemplo ,o quadríceps e os glúteos), porém uma consulta com um especialista nesses casos é essencial para prevenção da fratura.

sábado, 1 de março de 2014

O mito dos diuréticos como forma de emagrecimento

Fonte: http://www.fitnessrepublic.com

Você já deve ter ouvido falar sobre os bulímicos que usam diuréticos para perder peso rapidamente. Você pode até ter sido tentado a experimentá-los a si mesmo para a perda de peso rápida. Mas a questão é , você deve considerar os diuréticos , se você quiser perder peso? A resposta é um categórico "não" !

Quais são diuréticos ?

Para ajudar você a entender a conexão perda de peso diurético , vamos falar sobre o que são diuréticos.

Simplificando, um diurético é qualquer substância que ajuda você a descarga de água do seu sistema, fazendo você urinar mais. Enquanto alguns diuréticos podem ser naturais, como por exemplo, frutas e vegetais que são ricos em água, o termo diurético é usado quase que exclusivamente no campo da medicina para descrever algum tipo de medicação. Portanto, essa é a definição que vamos manter aqui.

Compreensivelmente, diuréticos são prescritos para o tratamento de qualquer condição que é caracterizada pela retenção de líquido. Isso pode incluir condições, tais como pressão alta, doenças hepáticas que causam acúmulo de líquido na cavidade abdominal, várias doenças cardíacas e certos distúrbios renais.

Diuréticos para emagrecimento?

Porque o fato dos diuréticos auxiliar a expulsar o excesso de água do seu sistema, você não deve ser visto como um método para ajudá-lo a reduzir o peso? 

Afinal, se o excesso de água é retirado, a balança vai mostrar uma queda, certo? Bem, tecnicamente, isso pode ser verdade , mas definitivamente não é o caminho que você deve tomar. Na verdade, é altamente recomendável que você vá com cuidado e consultar o seu médico antes mesmo de considerar a tomar diuréticos , por qualquer motivo .

Perda de peso temporária
Aqueles que se voltam para diuréticos para perda de peso são geralmente preocupados com inchaço, que por sua vez pode ser causado por vários motivos, tais como uma dieta rica em sódio ou até mesmo a menstruação. No entanto, a perda de peso telheiro com diuréticos não é uma "verdadeira" perda de peso - é apenas uma situação temporária causada pela remoção de água do corpo. Uma vez que você parar de tomar diuréticos , você vai recuperar o peso que você perdeu.

Desidratação Potencial
Diuréticos trabalham livrando o seu corpo de água. Embora esta seja uma boa idéia quando você sofre de retenção de água, isso geralmente não é a lógica usada por alguém que toma diuréticos exclusivamente para perda de peso. Quando você não sofre de excesso de água no seu sistema, mas usa um diurético assim mesmo, você corre o risco de desidratação.

Resultados: desidratação em desequilíbrio eletrolítico no organismo, o que pode potencialmente levar a condições tais como infecções do trato urinário e danos permanentes nos rins. Pode também resultar em fadiga, náusea e batimentos cardíacos irregulares.

Não é uma solução
É preciso lembrar que a retenção de líquido é normalmente apenas um sintoma de uma condição médica subjacente. Além disso, existem várias condições, que podem provocar a retenção da líquido, e é importante que o alvo correcto seja trabalhado. Isso significa que é importante para você consultar o seu médico e determinar a causa por trás de seu caso particular de retenção de líquido antes de tentar tratá-lo você mesmo .

Conflito com medicamentos existentes
Algumas formas de medicação pode realmente agravar alguma condição médica que você pode estar sofrendo ou entrar em conflito com alguma medicação que você esteja tomando. Isso torna imperativo para discutir as conseqüências de qualquer novo medicamento que você pode tomar, converse com o seu médico antes.

Então, o que pode ajudar?
A comunidade científica está de acordo com o seguinte: a única maneira saudável de perder peso é perdê-lo através de uma combinação de uma alimentação saudável e exercício físico.

Como se costuma dizer, lenta e constante vence a corrida.

Quanto mais rapidamente você perder peso, e quanto mais extremo são as medidas que você tomou, mais rápido você ganhará o seu peso de volta.

Se você está preocupado com a retenção de água e inchaço, tenta recorrer a medidas simples, como cortes em sódio primeiro. Você ficaria feliz de saber que há " diuréticos naturais para perda de peso " também. A cafeína, por exemplo, é um diurético natural, mas não aconselho você a tomar mais de 400 mg de cafeína por dia.

A melhor diurético natural , no entanto, é a própria água. Uma regra simples que você precisa para se lembrar quando se trata de água: beber mais para liberar mais. Quanto menos água que você bebe, mais seu sistema retém sobre a cada gota - esta condição é o que é conhecido como a retenção de água. Nós não recomendamos que você mesmo voltar para as pílulas de água diurético que você vê nas prateleiras dos supermercados . Boa água da torneira velho é bom o suficiente !

Se essas medidas simples não funcionam, aconselhamo-lo a consultar um médico de confiança pronto.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

As lesões mais comuns em corredores - Parte 1

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Como toda atividade física, caso seja realizada sem a orientação correta ou o praticante tenha algum problema preexistente, a corrida de rua pode gerar danos ao corpo dos atletas. Por conta disso, listamos as lesões mais comuns entre os corredores e também qual é a melhor forma de tratá-las. Para saber mais, basta clicar nos links abaixo:

TENDINITE DO TENDÃO TIBIAL POSTERIOR
Você está treinando muito e sentindo um incômodo na parte traseira da perna, perto do pé? Pode ser tendinite do tendão tibial posterior. A lesão ou degeneração causa dor na parte interna do pé, que pode irradiar ao longo da linha do tendão. Essa lesão é mais comum do que se imagina e é frequente em pessoas com mais de 40 anos, principalmente mulheres.

A tendinite do tendão tibial posterior é uma lesão causada pelo esforço (overtraining e overuse) e degeneração do tendão por conta de uma inflamação aguda. Se não for tratada em seus primeiros sintomas de dor, pode ocorrer uma avulsão parcial (onde o tendão se afasta do osso) do anexo ao osso navicular (um dos ossos do tarso). O músculo tibial posterior passa pela parte de trás da perna e sob o maléolo medial (proeminência óssea do lado de dentro do tornozelo). Ele é usado para flexão plantar (como em subir em seus dedos) e inverter o pé (dos pés para dentro).

CAUSAS
* Alongamento prolongado do pé e tornozelo em eversão (pé para fora);
* Desgaste do tendão;
* Excesso de esforço;
* Pés em pronação excessiva.

COMO EVITAR
- Alongar, principalmente, os músculos posteriores (panturrilha);
- Usar tênis firme e estável;
- Usar palmilha para melhorar a biomecânica do pé.

TRATAMENTO
- Aplicar terapia fria para reduzir a dor (Crioterapia - gelo);
- Alongar os músculos na parte de trás da perna (panturrilha);
- Consultar um profissional especialista em esportes, principalmente seu professor;
- Aplicar eletroterapia como ultrassom para ajudar com a dor;
- Aplicar técnicas de massagem desportiva no tendão e músculo;
- Aconselhar sobre exercício tibial posterior para fortalecer o músculo e tendão;
- Prescrever palmilha, se necessário, para corrigir a biomecânica do pé;
- Se o tendão é rompido, então ele deve ser reparado cirurgicamente



PALAVRA DO ESPECIALISTA
"Quando as lesões do tibial posterior não forem tratadas em sua fase inicial, podem resultar na insuficiência do músculo e em uma condição chamada de 'Síndrome tibial posterior', ou 'disfunção'. O resultado: arcos caídos ou pés planos. Se tratado, não há necessidade de cirurgia, apenas se o tendão estiver rompido". David Homsi é especialista em Fisioterapia Esportiva e Músculo-Esquelética.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Lesões no joelho e no tornozelo

Fonte: Valéria Santos de Almeida, O corredor de rua de São Paulo.

Lesões no tornozelo

O complexo lateral do tornozelo tem sido considerado a estrutura mais freqüentemente lesionada do corpo humano. Os fatores e extrínsecos propostos para ocorrência de lesões no tornozelo incluem o tipo de atividade esportiva, o equipamento utilizado, a duração e a intensidade da pratica esportiva, a superfície aonde se realiza a atividade (grama, piso sintético, piso irregular) e a posição do atleta. Os fatores intrínsecos propostos são a ocorrência previa de torções no tornozelo, o tipo de pé e suas dimensões, a instabilidade dos tornozelos, a estatura, o peso corporal, a lassidão articular generalizada, a forca dos membros inferiores, o desalinhamento anatômico e a dominância de membros.

Os calçados contribuem para ocorrências das torções por promoverem distúrbios na consciência do posicionamento do pé. Os calçados também podem contribuir para a ocorrência de lesões do tornozelo por causarem uma fixação excessiva dos pés.


Lesões no Joelho

O joelho é muito propenso a lesões, por causa de sua mobilidade e da variedade de tensões a que o submetemos. O tipo mais comum de lesão traumática do joelho é a torção, que acontece mais freqüentemente quando ele está dobrado, sustentando o peso do corpo, e é inesperada ou desastrosamente deslocado.

O joelho é vulnerável também a lesões por excesso de uso: dores provocadas por uma atividade, que se agravam progressivamente, se você mantém a atividade. São essas as lesões que devemos distinguir das outras condições médicas mais sérias, que podem causar dor semelhante.

Desempenhando um papel tão importante em todos os movimentos do joelho, ele pode sofrer um estiramento simplesmente por fadiga (excesso de uso), que é devido quase sempre a uma atividade repetitiva, como a corrida de longa distância ou sessões prolongadas de corrida em terreno acidentado, saltos, chutes ou exercícios que envolvam agachamento. Esse tipo de lesão tem maiores probabilidades de ocorrer quando o tendão patelar trabalha de forma ineficiente, por causa da fadiga decorrente do excesso ou do endurecimento em conseqüência do frio ou de exercícios prévios exagerados. A mecânica defeituosa ou alterada também contribui.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Overtraining: Como reconhecer, evitar e recuperar.

Fonte: http://nutricao.pekool.com.br,

É o nome dado a uma fase de treinamento onde o corpo não consegue se recuperar do estresse gerado pela prática de atividade física.
 Trata-se de uma condição gerada pelo excesso de exercícios, associada à falta de descanso e acompanhado de uma alimentação incorreta.


Sintomas do overtraining:

- Diminuição da performance desportiva. Se você notar que está diminuindo suas cargas e repetições na academia, então provavelmente isso é falta de descanso.

- Mais esforço para realizar exercícios que você sempre fez de forma mais fácil. Por exemplo, se você sempre correu na esteira a 120 bpm (batidas por minuto) e ultimamente está marcando 150 bpm, provavelmente você está em overtraining.

- Sentir cansaço frequentemente ao longo do dia. Isso pode ser um alerta do seu corpo lhe dizendo que está na altura de descansar um pouco mais.

- Sentir dores musculares contínuas. É bom sentir a dor muscular tardia, é sinal que você desafiou seu corpo no último treino. Essa dor é normal prevalecer até 2/3 dias depois do treino. No entanto, se as dores musculares demoram para desaparecer e você está sempre indo novamente treinar ainda com dores, pode ser sinal de que entrou em overtraining.

- Diminuição da concentração. Quando uma pessoa está em overtraining, não é só o lado físico que é afetado, mas também o mental.

- Perda de peso. Se você não estiver treinando para perder peso e mesmo assim estiver perdendo peso (proveniente de massa magra, não de gordura), provavelmente está treinando muito e se alimentando e descansando mal. Você está em overtraining.


Como prevenir e se recuperar do overtraining
overtraining
- Se você estiver em estado de treino excessivo, naturalmente que deverá procurar descansar. Esteja pelo menos uma semana sem treinar, dê descanso total a seu corpo. Procure dormir entre 8 a 9 horas por dia, para dar oportunidade ao corpo para recuperar.

- É importante você fazer uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas, minerais, carboidratos de absorção lenta e proteínas. Frutas, legumes e cereais integrais deverão fazer parte do seu cotidiano. Evite as gorduras saturadas e trans e minimize o consumo de bebidas alcoólicas.

- Existem suplementos que poderão ajudar sua recuperação. Por exemplo, o multivitamínico encaixaria muito bem aqui. O whey protein contém aminoácidos essenciais para reparar as fibras musculares danificadas pelo excesso de treino. A glutamina é muito importante pois as células imunológicas usam ela como fonte de energia.

- Se você é um atleta, você deve parar de tomar qualquer um dos suplementos que você está tomando? Ora, se for suplementos de proteína, creatina, aminoácidos, HMB, Glutamina, ou outros auxiliando na sua recuperação, não.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A pisada supinada

Fonte: http://esportes.terra.com.br


Corredores que possuem o tipo de pisada supinada concentram a maior parte do apoio na borda externa do pé e podem ser reconhecidos pelas pernas arqueadas, estilo "cowboy". Dependendo do nível de supinação, porém, esse desvio postural pode sobrecarregar as articulações dos pés, joelhos e quadril, causando lesões e prejudicando o desempenho do atleta.

Doutor em ortopedia pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Traumatologia Esportiva, Ricardo Cury explica que esse tipo de pisada força principalmente os tendões e ligamentos localizados na área do tornozelo, mas também é prejudicial para a região das pernas e quadril. "Essa sobrecarga gera má distribuição da força e pode ocasionar dores em decorrência de inflamações nos tendões e na musculatura", afirma o ortopedista, ressaltando que, ao menor sinal de dor, o atleta deve procurar um especialista para fazer uma avaliação.

Essa avaliação é feita por meio de um exame postural e da baropodometria - popularmente conhecida como teste da pisada, que não só identifica o tipo de pisada mas também o nível da supinação. Quando o nível é muito acentuado, o atleta pode vir a desenvolver uma série de lesões por conta da sobrecarga e do esforço repetitivo que a prática da corrida demanda. Dentre as mais comuns, estão inflamações no tendão fibular - situado na região lateral do pé, nos ligamentos do tornozelo, nos músculos das pernas e no trato iliotibial - região lateral da coxa, que segue da crista ilíaca (altura da cintura pélvica) até o joelho. 


"Eventualmente também podem ocorrer dores na região interna do joelho por conta da compensação do desnível", acrescenta Cury, dizendo que no caso do quadril, a lesão mais comum é a bursite trocantérica, inflamação que ocorre na bolsa localizada na região lateral, cuja finalidade é diminuir o atrito entre os tendões e os músculos.

Como prevenção, afirma o ortopedita, o corredor deve utilizar um calçado adequado para a prática, o que pode ser suficiente para evitar esses problemas, dependendo do nível de supinação. "Se o atleta se sente bem com um tênis neutro, não é preciso trocar só porque ele tem pisada supinada, a não ser que sinta dor", observa Cury.

Também é importante realizar um trabalho fisioterápico para equilibrar a musculatura, envolvendo alongamento e fortalecimento dos músculos laterais, o que pode ser feito por meio de exercícios funcionais, de propriocepção ou reeducação postural, dentre outros, que devem ser prescritos e acompanhados por um profissional da área.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Benefícios dos exercícios.

Fonte: http://www.menshealth.com

Estudos revelam outra vantagem de se exercitar. O exercício físico faz com o desejo por gordura seja diminuído, assim como, por alimentos altamente calóricos , menos ainda, informa nova pesquisa da Harvard Medical School.

Os pesquisadores descobriram que, em comparação com pessoas que nunca se exercitam, ratos de academia regulares tiveram menos reação a refeições de alto teor calórico em regiões do cérebro ligadas à recompensa de alimentos.

É uma dose dupla: Com exercícios regulares , você queima calorias e muda a forma como o cérebro reage a certos alimentos, diz o autor do estudo William Killgore, Ph.D. Pode ser que o exercício melhore a sensibilidade à leptina, uma proteína que controla o apetite e envia sinais para o cérebro para lhe dizer quando você está cheio. Ou poderia ser que, porque muitas vezes você se senta melhor depois de um treino. Exercícios funcionam como sua própria recompensa mental, tornando-o menos propenso a precisar de um lanche de alto teor calórico para mastigar e levantar o seu humor , diz Killgore.

Portanto, a dica é se exercitar

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O excesso - Vigorexia


Malhar algumas horinhas, três vezes na semana, para deixar o corpo em forma, é muito saudável. No entanto, abusar de exercícios, extrapolar na carga horária de treinos e ficar dependente da suplementação, tudo em busca de uma imagem perfeita, pode indicar um transtorno psicológico, a Vigorexia. 

A Vigorexia não está incluída nas classificações tradicionais de transtornos mentais como doença específica, mas sim como uma manifestação dentro do transtorno dismórfico corporal. É uma síndrome em que as pessoas, geralmente homens, têm uma opinião patológica a respeito do próprio corpo, acreditando terem uma musculatura muito pequena, frágil e fraca – uma distorção da própria imagem corporal. Eles se mostram excessivamente preocupados com a própria aparência, estão constantemente insatisfeitos com seus músculos e buscam incessantemente a perfeição corporal.

É normal que os pacientes com vigorexia se pesem e se olhem no espelho diversas vezes ao longo do dia. Essa mudança de comportamento, e a preocupação excessiva com o corpo, servem de alerta para os pais ou familiares. Além disso, a vigorexia pode acarretar outros sintomas, como fadiga persistente, dores musculares, irritabilidade, perda de motivação e apetite, ritmo cardíaco elevado, depressão, menor desempenho sexual e insônia.

Causas e grupo de risco
A vigorexia afeta com maior frequência homens entre 18 e 35 anos, mas pode também ser observada em mulheres, sendo impulsionada por fatores socioeconômicos, emocionais, fisiológicos, cognitivos e comportamentais.

“Os padrões de beleza ditados pela sociedade, com grande influência da mídia, priorizam o estético e o culto ao corpo, exigindo um padrão extremamente rígido quanto ao corpo ideal. Isso exerce uma pressão negativa na forma como as pessoas se olham e se aceitam, induzindo mudanças radicais de comportamento, na tentativa de serem aceitas na sociedade ou em determinados grupos de interesse”, afirma a psicóloga. Além disso, essa pressão acaba dificultando o desenvolvimento da autoestima e da sociabilidade sadia. .

A vigorexia pode se agravar a partir do momento em que o individuo passa a usar anabolizantes para atingir seus objetivos. “O uso desse tipo de substância traz diversos riscos para a saúde. Aumenta as chances de se desenvolver doenças cardiovasculares e disfunções sexuais, além de diminuir o tamanho dos testículos e desencadear o câncer de próstata”, alerta.

selfterapias.com.br


Como tratar a vigorexia?
O paciente que apresenta distúrbios de imagem corporal dificilmente vai procurar ajuda de especialista, primeiro por não tem consciência de seu problema e, em segundo lugar, por medo de que o tratamento o distancie do seu objetivo de ter um corpo perfeito. “No tratamento, é essencial o acompanhamento psicoterapêutico para mudar a percepção corporal distorcida do paciente, ajudando-o a reconhecer e aceitar seu próprio corpo, recuperando a autoestima e modificando o esquema de pensamento”, ressalta a psicóloga.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Dicas para se recuperar de uma corrida

Fonte: http://www.desedentarioamaratonista.com

Hidratar, hidratar, hidratar!
Beber água é importante antes de treinar, durante o treino e depois do treino, mas também é uma peça fundamental no período de recuperação pós-prova. Se perder tão pouco como 1% de peso corporal em água afeta a performance de um atleta, facilmente se conclui que é necessário estarmos sempre a hidratar. Se tiverem dúvidas, pesem-se antes e depois de uma prova (ou de uma sessão de treino intensa). Por cada 0,5 Kg de peso perdido devemos ingerir 1 Lt de líquidos.

Trabalhem os abdominais
Ter grandes abdominais significa muito mais do que ter uma barrida bonita. A zona abdominal é a casa-forte do corpo. Ter uns abdominais fracos pode levar a que a corrida seja ineficiente e potenciar o aparecimento de lesões. Uns bons abdominais ajudam muito na corrida de estrada, mas mais ainda no trail running, onde é fácil testar o corpo de muitas formas. Ter uns bons abdominais não custa mais do que 15 minutos /dia.

Tirem os nós nos músculos
Depois de um treino ou uma prova, façam alongamentos ou usem mesmo um rolo de espuma (dura) para tratar as contraturas. Muitas vezes não conseguimos dormir na noite após a prova porque temos as pernas muito doridas. O rolo de espuma é uma ferramenta única, pois ajuda a libertar todos os nós com que ficamos nos músculos e libertá-los da tensão acumulada. É a solução perfeita para quando não temos tempo ou dinheiro para uma massagem.

Tirem um dia de folga (mental)
Um dia sem treinos é muito importante para o corpo, mas também nos ajuda a libertar a mente e a relaxar. Ter um dia daqueles em que não estamos focados em correr ou fazer exercício até nos vai deixar mais ansiosos para começar com mais energia! E não faz mal nenhum ficarmos na horizontal o dia todo, pelo contrário.

Cross Training
Mas a recuperação não tem que significar também ficar o dia todo na cama. Aproveitem e pratiquem outro exercício que utilize outros grupos musculares, como a natação ou o ciclismo, por exemplo. A natação ajuda a mantermo-nos em movimento, sem o impacto que a corrida provoca.

Durmam bem
Digo sempre e continuarei a dizer que dormir bem é um dos elementos vitais na recuperação. Tentem dormir 8 horas/dia. Se não conseguirem dormir tudo durante a noite, tentem uma sesta durante o dia e certifiquem-se é que não exceda 1 hora.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Metade dos brasileiros é sedentária, diz pesquisa

Estudo inédito foi encomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. 


Fonte: Folha de S.Paulo
Data: setembro/2007 - Seção: Cotidiano
Baseado em artigo de: Cláudia Colucci 


Metade dos brasileiros não pratica atividade física, revela pesquisa inédita da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) com 2.012 pessoas entre os 18 e 70 anos. O sedentarismo, associado à dieta inadequada, é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, que matam 300 mil por ano no país. O levantamento, realizado pelo Datafolha e que será divulgado hoje durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia, mostra que o índice de sedentarismo cresce conforme a pessoa envelhece. 

Dos 18 aos 24 anos, 39% dos brasileiros não praticam atividades físicas. 

Na faixa etária de 25 a 44 anos, a taxa de sedentarismo aumenta para 50%. Dos 45 aos 59 anos, passa para 53%. 
E entre os idosos de 60 a 70 anos chega ao seu ápice: 57% levam uma vida sedentária. 

Da metade dos brasileiros que praticam exercícios, apenas 20% o fazem diariamente, forma considerada ideal pelos médicos. 




A pesquisa revelou que os homens se exercitam mais do que as mulheres: 60% contra 41%. 

A caminhada ou a corrida, ao lado do futebol, é o esporte preferido por 26% dos homens. Entre as mulheres, ela lidera absoluta: tem 31% das preferências. 
Perda de 7% do peso e exercício físico previnem o pré-diabetes 

A redução de 7% do peso corporal e a prática de exercícios físicos três vezes por semana são suficientes para prevenir o "pré-diabetes", um estágio anterior à diabetes vivido por pessoas que apresentam intolerância à glicose.

No Brasil, estima-se que ao menos 8% da população esteja nessa condição. 

A intolerância à glicose significa que o corpo não está reconhecendo adequadamente a ação da insulina (hormônio responsável por retirar o açúcar do sangue e permitir sua entrada nas células). Essa falha leva ao aumento dos níveis de açúcar no sangue. 

Embora muitos médicos brasileiros já estejam tratando pacientes pré-diabéticos com remédios sob o argumento de que eles já apresentam alto risco de sofrer um infarto, outros defendem como terapia a adoção de uma dieta sem açúcar refinado e gorduras saturadas, associada à perda de peso com a prática de atividade física. 



Com a mudança de estilo de vida, o pré-diabético deixa de ser um paciente de alto risco cardíaco, segundo o endocrinologista Bruno Geloneze. Se continuar sedentário e comendo mal, tem até três vezes mais chances de sofrer um infarto. 

Resumindo: Vamos nos exercitar cada vez mais.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Emagrecer com saúde

1) Faça de 5 a 6 refeições por dia.

2) Frutas na sobremesa e nos lanches.

3) Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.

4) A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.

5) Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.

6) Modere nos açúcares e nos doces.

7) Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.

8) Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.

9) Consuma pelo menos 1 porção de cereal integral.

10) Coma uma porção de leguminosas por dia.

11) Reduza o álcool. Evite o consumo diário.

12) Beba no mínimo 2 litros de água por dia.

13) Faça pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias.

14) Aprecie sua refeição. Coma devagar.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mitos sobre a corrida

1. Você tem que ter um tipo certo de corpo para correr
Mentira, basta ir para qualquer prova de corrida e observar as pessoas que estão correndo, você irá encontrar pessoas com todos os tipos de corpos possíveis terminando a prova

2. Corredores não precisam de musculação.
Mentira, o ideal é fazer a musculação de 2 a 3 vezes na semana pois, dessa forma, você está ganhando massa muscular extremamente necessária para a corrida.

3. Você precisa correr todo dia para melhorar.
Não necessariamente, tudo depende do seu tipo físico e do seu objetivo com a corrida. O interessante é sempre seguir as orientações de um profissional qualificado.

4. Correr é ruim para os seus joelhos.
Não existem estudos que comprovam que o índice de problemas no joelho é aumentando quando se trata de corredores. Além disso, existem , sim, estudos que comprovam que a corrida melhora a saúde em vários aspectos.



5. Comer banana evita a câimbra.
Novamente não existem estudos que comprovam essa eficácia. Entretanto existem estudos que comprovam que a câimbra está relacionada com a fadiga muscular, isto é, quando treinamos de forma errada ou quando não estamos bem hidratados.

6. Correr é muito difícil
Mentira. A corrida pode se tornar muito difícil de acordo como cada tipo de treino. Se diminuir a intensidade da corrida, ela se tornará prazerosa e você poderá percorrer distâncias maiores de forma confortável.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Conheça quatro ervas que aliviam dores nas articulações

Fonte: equipe eCycle,  Herbs Info

Antes de procurar um especialista, teste alternativas saudáveis, se o problema não for grave.


As dores nas articulações geralmente são causadas por inflamações. Os sinais mais comuns da inflamação são dor, calor, inchaço, vermelhidão, rigidez e perda/dificuldade de mobilidade.

As ervas trabalham apoiando as funções naturais de limpeza dos rins, intestino grosso, aumentando o fluxo sanguíneo e ajudando a drenagem linfática.

No entanto, caso os sintomas persistam, consulte um médico. Confira a lista de quatro ervas que podem ajudar:

Raiz de bardana - uma das melhores coisas para as dores nas articulações é aumentar o consumo de ácidos graxos essenciais. As raízes de bardana contêm muitos óleos graxos que ajudam a dar a esta erva propriedades anti-inflamatórias. Você pode comer raiz de bardana como alimento e pode cortar a raiz seca e colocá-la em água fervente. Deixe por cerca de 10 minutos fervendo e, em seguida, desligue o fogão. Pode ser usado como compressa enquanto está quente. Também pode ser tomada em cápsula;

Açafrão-da-terra - essa erva é muito eficiente na redução da inflamação em todos os lugares do seu corpo e também ajuda a aliviar a dor. Também é muito semelhante aos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), muitas vezes prescritos para pessoas com dores nas articulações. O efeito anti-inflamatório é um dos motivos para que o açafrão-da-terra seja recomendado para pessoas com câncer, catarata e mal de Alzheimer;

Gengibre - é um agente anti-inflamatório utilizado na medicina ayurvédica também contra o reumatismo. Extrato de gengibre bloqueia a ativação de mediadores inflamatórios, tais como COX-2 e TNF, bem como a supressão da prostaglandina E2 via inflamatória. Em um estudo de 2011, que investigou os efeitos do gengibre em pó em pessoas que tinham ou artrite reumatoide ou osteoartrite (artrose), aproximadamente 75% dos pacientes apresentaram alívio da dor, diminuição do inchaço e não houve relatos de efeitos adversos;

Linho - a linhaça é uma excelente fonte de Omega-3. É muito importante para ajudar a manter o sistema imunológico forte e também para combater a inflamação. O aspecto vegano da linhaça é importante, porque as gorduras animais muitas vezes podem causar inflamações em pessoas com artrite. Para ajudar nesse combate, você deve colocar duas colheres de sopa de sementes de linhaça em sua dieta a cada dia. E não deve aquecer ou cozinhar as sementes ou óleo, porque isso irá danificar o Omega-3. Se você sofre de síndrome de intestino irritável, deve usar o óleo e não as sementes. Estas podem piorar a sua condição.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Comer peixe é bom para tudo

Comer peixe fortalece o coração, melhora a respiração e a carne é rica em cálcio, fósforo, iodo e vitaminas. Está achando pouco? Tem mais

É provável que você, assim como a maioria dos brasileiros, coma peixe só de vez em quando. Chega a ser curioso: num país com 8 mil quilômetros de costa e milhares de quilômetros de rios, onde há mais de mil espécies de peixes catalogados, a população não costuma comer mais do que 8 quilos de pescados por ano, o que dá mais ou menos umas 40 porções individuais.

Pode até parecer bastante, mas é bem menos do que os 12 quilos anuais que a Organização Mundial da Saúde recomenda. E nem sequer chega perto dos cerca de 66 quilos que os japoneses ingerem todo ano. O fato é que até mesmo os países mais afeitos às carnes vermelhas ou às aves, como é nosso caso, já começam a olhar as receitas à base de pescados com outros olhos.


Do ponto de vista nutricional, peixe é um prodígio. Sua carne, rica em cálcio, fósforo, iodo e vitaminas A, B e D, tem em média 20 gramas de proteína por cada 100 gramas. É uma quantidade menor do que a da carne vermelha, que supera 27 gramas, mas com a vantagem de conter muito menos gordura saturada e colesterol.

“Quem quiser substituir toda a carne vermelha e de ave por peixe estará perfeitamente nutrido”, aprova o endocrinologista Marcio Mancini, vice-presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

A maior vantagem dos peixes, porém, responsável pela fama de alimento premium que eles conquistaram nos últimos anos, vem da substância ômega-3, um ácido graxo.

Curiosamente, trata-se de uma gordura, só que do bem, que incluiu o peixe na categoria de alimentos funcionais – aqueles que trazem benefícios para o organismo.

Os peixes não só colaboram para a prevenção de doenças graves como são capazes de ajudar a curá-las.
 
EVITA INFARTOS

O coração é um dos maiores beneficiados com o consumo de ômega-3, o que vale até para quem é zero-quilômetro e nunca levou puxão de orelha do cardiologista: ele inibe a formação de trombos, processo que precipita a obstrução da artéria e, conseqüentemente, o infarto agudo. “Estudos comprovam que a ingestão de uma quantidade equivalente a dois filés de peixe grandes por semana pode reduzir em duas vezes e meia o risco de morte decorrente de problemas cardiovasculares”, afirma o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade coronariana do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Quem sofre de hipertensão leve, segundo Knobel, também sai ganhando. “O ômega-3 ajuda a diminuir a taxa de triglicérides e o nível de colesterol total, além de alterar as membranas das células sangüíneas, tornando o sangue mais fluido e, assim, reduzindo a pressão arterial.” Não é só. Até quem já sofreu ataque cardíaco e se vê obrigado a utilizar medicamentos pode e deve caprichar no consumo de peixe. “Nesse caso, diminui ainda mais o risco de um novo evento.”

O rol de benefícios não termina aqui. De acordo com Jacqueline Alvarez Leite, nutróloga e professora da Universidade Federal de Minas Gerais, o ômega-3 é importante na formação do sistema nervoso central e age na cognição e na função visual. “Estudos experimentais sugerem que ele talvez seja eficaz na prevenção do estresse e até do Alzheimer.”

A RESPIRAÇÃO FICA MELHOR

O aparelho respiratório, acreditam alguns pesquisadores, também seria beneficiado. “Ainda não há confirmação, mas trabalhos já recomendam o consumo de peixe três vezes por semana para o tratamento de asma, bronquite e outras alergias”, conta a nutróloga. Já está achando que o ômega-3 é quase milagroso? Prepare-se porque tem mais. “Pesquisas mostraram que a ingestão de peixes ricos em ômega-3 reduz em três vezes o risco de câncer de próstata. E também que há menor prevalência de diabetes tipo 2 em populações que privilegiam seu consumo”, diz Jacqueline.

A importância do café da manhã

Todos nós sabemos que uma alimentação nutritiva é fundamental para uma vida saudável.

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, já que reconstitui as reservas de energia utilizadas durante à noite. Isto significa romper com um jejum de 8 a 12 horas.



Além disso, ajuda a restabelecer as funções do aparelho digestivo e acelerar o metabolismo.

A omissão do café da manhã pode ser danosa para a função cognitiva e o rendimento escolar das crianças.

Estudos experimentais publicados sobre os efeitos de um jejum prolongado (por uma noite e uma manhã) no processo de atenção e memória de crianças de 9 a 11 anos de idade mostram:


  • Menor estímulo de diferenciação,
  • Diminuição da fluência verbal,
  • Diminuição da atenção,
  • Alteração no processo de informações,
  • Aumento de erros; e,
  • Diminuição da memória.

Assim, a manutenção da glicemia, ou seja, da quantidade de açúcar no sangue em níveis normais, é essencial para o funcionamento cerebral adequado, portanto, mais uma vez destacamos o papel da nutrição, quer seja educando para melhorar o hábito alimentar, quer seja nutrindo adequadamente para o crescimento e desenvolvimento adequado.

Temos certeza que o café da manhã é muito mais do que um hábito saudável, e desta forma, incentivamos aos pais a não permitirem que seus filhos dirijam-se à escola sem realização do mesmo.